








Criado em 1984, o Cirque trouxe uma combinação dramáticamente extraordinária de artes circenses e de rua. Todo esse talento e essa magia que é o Cirque du Soleil está de novo presente em nossas terras brasileiras. O Cirque Du Soleil traz ao Brasil o espetáculo Quidam. A definição e explicação do nome Quidam foi divulgado em nota pelo Cirque:
"Quidam: um passante anónimo, uma figura solitária na esquina de uma rua, alguém que passa com pressa. Isso poderia acontecer a qualquer um. Alguém que vem, alguém que vai, que vive na sociedade anónima. Alguém na multidão, um dos membros da maioria silenciosa. Aquele que, dentro de todos nós, grita, canta e sonha. É este o 'quidam' que o Cirque du Soleil celebra. Uma jovem enfurece-se; ela já viu tudo o que há para ver e seu mundo perdeu todo o significado. A sua raiva despedaça o seu pequeno mundo e ela encontra-se no universo de Quidam. A ela junta-se um companheiro alegre e outro personagem mais misterioso, que vai tentar seduzi-la com o maravilhoso, o inquietante e o aterrador.”
Quidam™ –terceira produção do repertório do Cirque du Soleil®, é reconhecida internacionalmente por sua intensa teatralidade aliada a números de impacto. Com direção de Franco Dragone e direção criativa de Gilles Ste-Croix, traz uma combinação única de performances acrobáticas, domínio técnico, figurinos e cenários extravagantes.
Num processo criativo de cooperação, os diretores e a figurinista Dominique Lemieux procuraram explorar os diferentes mundos da vida cotidiana, atribuindo aos personagens características e figurinos que refletem a personalidade dos próprios artistas.Já a trilha sonora, assinada por Benoit Jutras, traz músicos tocando ao vivo e revezando-se em vários instrumentos, desde violinos até guitarras. Os vocais variam entre a fragilidade de uma voz infantil com uma poderosa voz masculina, para criar uma atmosfera intensa e sensível.A grandiosidade do espetáculo também pode ser traduzida em números: desde que estreou no Canadá, em 1996, já foi visto por mais de 9 milhões de espectadores em 20 países. No palco, 51 artistas de 15 nacionalidades entre acrobatas, ginastas, palhaços, atores, músicos, cantores, dançarinos e demais artistas circenses revezam-se. A montagem utiliza mais de 250 figurinos, 200 pares de sapato e 500 objetos de cena, além de arrojadas plataformas invertidas suspensas, que trazem os artistas à cena.
Num processo criativo de cooperação, os diretores e a figurinista Dominique Lemieux procuraram explorar os diferentes mundos da vida cotidiana, atribuindo aos personagens características e figurinos que refletem a personalidade dos próprios artistas.Já a trilha sonora, assinada por Benoit Jutras, traz músicos tocando ao vivo e revezando-se em vários instrumentos, desde violinos até guitarras. Os vocais variam entre a fragilidade de uma voz infantil com uma poderosa voz masculina, para criar uma atmosfera intensa e sensível.A grandiosidade do espetáculo também pode ser traduzida em números: desde que estreou no Canadá, em 1996, já foi visto por mais de 9 milhões de espectadores em 20 países. No palco, 51 artistas de 15 nacionalidades entre acrobatas, ginastas, palhaços, atores, músicos, cantores, dançarinos e demais artistas circenses revezam-se. A montagem utiliza mais de 250 figurinos, 200 pares de sapato e 500 objetos de cena, além de arrojadas plataformas invertidas suspensas, que trazem os artistas à cena.
Eu assisti ao espetáculo domingo dia 20, e mais uma vez me surpreendi com o teatro mágico que é o Cirque du Soleil, não sei dizer se foi melhor que o Allegria, pois os dois espetáculos foram diferentíssimos, mas com toda certeza eu amei e valeu muito a pena. De forma envolvente o Cirque nos transportou para outro mundo por algumas horas e nos deixou de cara com algumas de suas apresentações. A música estava perfeita, o cenário estava perfeito e todas as apresentações foram perfeitas! Eu ameeeei³! Foi lindo, eu aconselho a todos que puderem ir, irem, porque vale muito a pena, fiquei apaixonada. :)
veja mais: http://www.quidam.com.br/


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